Leitura comparada
Salmos 62
Matos Soares 1956
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1Ao mestre do coro. Segundo Iduthum. Salmo. De Davide.
2Só em Deus repousa a minha alma, dele vem a minha salvação.
3Só ele é o meu rochedo e a minha salvação, o meu baluarte: por nada vacilarei.
4Até quando arremetereis contra um homem tentareis todos derribá-lo, como a uma parede inclinada, como a um muro em ruína?
5Sim, projectam precipitar-me do meu posto elevado, comprazem-se na mentira; com a sua boca me bendizem, mas em seu coração maldizem.
6Sòmente em Deus repousa, ó minha alma, porque dele vem o que espero,
7Só ele é o meu rochedo e a minha salvação, o meu baluarte: não vacilarei.
8Em Deus está a minha salvação e a minha glória, o rochedo da minha força: o meu refúgio está em Deus.
9Espera nele, ó povo, em todo o tempo, expandi diante dele os vossos corações: Deus é o nosso refúgio
10Um sopro apenas são os filhos dos homens, falazes os filhos dos homens: postos na balança, vão acima, todos eles juntos são mais leves que um sopro.
11Não confiéis na opressão, nem vos vangloriéis da rapina; se as riquezas aumentarem, não prendais a elas o vosso coração.
12Deus disse uma coisa; estas duas eu ouvi: O poder é de Deus,
13e tua, ó Senhor, é a graça; com efeito, retribuirás a cada um segundo as suas obras.
Vulgata Clementina 1598
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1In finem, pro Idithun. Psalmus David.
2[Nonne Deo subjecta erit anima mea? ab ipso enim salutare meum.
3Nam et ipse Deus meus et salutaris meus; susceptor meus, non movebor amplius.
4Quousque irruitis in hominem? interficitis universi vos, tamquam parieti inclinato et maceriæ depulsæ.
5Verumtamen pretium meum cogitaverunt repellere; cucurri in siti: ore suo benedicebant, et corde suo maledicebant.
6Verumtamen Deo subjecta esto, anima mea, quoniam ab ipso patientia mea:
7quia ipse Deus meus et salvator meus, adjutor meus, non emigrabo.
8In Deo salutare meum et gloria mea; Deus auxilii mei, et spes mea in Deo est.
9Sperate in eo, omnis congregatio populi; effundite coram illo corda vestra: Deus adjutor noster in æternum.
10Verumtamen vani filii hominum, mendaces filii hominum in stateris, ut decipiant ipsi de vanitate in idipsum.
11Nolite sperare in iniquitate, et rapinas nolite concupiscere; divitiæ si affluant, nolite cor apponere.
12Semel locutus est Deus; duo hæc audivi: quia potestas Dei est,
13et tibi, Domine, misericordia: quia tu reddes unicuique juxta opera sua.]
Douay-Rheims 1899
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1Unto the end, for Idithun, a psalm of David.
2Shall not my soul be subject to God? for from him is my salvation.
3For he is my God and my saviour: he is my protector, I shall be moved no more.
4How long do you rush in upon a man? you all kill, as if you were thrusting down a leaning wall, and a tottering fence.
5But they have thought to cast away my price; I ran in thirst: they blessed with their mouth, but cursed with their heart.
6But be thou, O my soul, subject to God: for from him is my patience.
7For he is my God and my saviour: he is my helper, I shall not be moved.
8In God is my salvation and my glory: he is the God of my help, and my hope is in God.
9Trust in him, all ye congregation of people: pour out your hearts before him. God is our helper for ever.
10But vain are the sons of men, the sons of men are liars in the balances: that by vanity they may together deceive.
11Trust not in iniquity, and cover not robberies: if riches abound, set not your heart upon them.
12God hath spoken once, these two things have I heard, that power belongeth to God,
13And mercy to thee, O Lord; for thou wilt render to every man according to his works.